Em Porto Nacional, trânsito na ponte deve ficar no sistema pare e siga nas próximas semanas

Bloqueios começam a partir desta terça-feira (16). Interdição será por causa das obras de instalação de novas vigas no local.

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A partir desta terça-feira (16), a ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional operará em um sistema de pare e siga. Essa medida se faz necessária para permitir que as equipes de construção realizem o lançamento e instalação das vigas de concreto armado nos últimos três vãos da ponte.

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As obras estão programadas para continuar até o dia 10 de fevereiro e representam mais uma fase do projeto de construção da nova ponte na cidade sobre o rio Tocantins na TO-255. A Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto) informou que as interdições serão realizadas durante as manhãs e tardes, em períodos alternados, exceto em condições de chuva, em ambos os sentidos da travessia.

Pontes sobre o rio Tocantins em Porto Nacional
Foto: Reprodução

Durante esse período, os motoristas que transitarem pela ponte devem redobrar a atenção, sendo recomendada a redução de velocidade ao passar pelos trechos em obras, que estarão devidamente sinalizados.

Nova ponte

Sobre as obras da nova ponte, o governo do estado contratou o projeto em maio de 2015, mas o início efetivo ocorreu somente em setembro de 2019. Inicialmente previsto para ser concluído em maio deste ano, o prazo foi estendido para julho de 2024. A construção está atualmente na segunda etapa, envolvendo a instalação de vigas sobre os vãos da estrutura, conhecida como lançamento, que dará suporte à faixa por onde os veículos transitarão.

Pontes sobre o rio Tocantins em Porto Nacional
Foto: Reprodução

O contrato original estipulava um custo de R$ 101,3 milhões, porém, esse valor já ultrapassa os R$ 150 milhões. A nova ponte terá 1.488 metros de extensão, compreendendo 1.088 metros de estrutura em concreto e 400 metros de aterro.

Enquanto a construção não é concluída, veículos leves e pedestres têm permissão para usar a estrutura antiga, erguida na década de 1970. Veículos pesados continuam a atravessar por meio de balsas, uma vez que a ponte não é considerada segura para esse tipo de tráfego.

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