Vídeo: PM da reserva saca arma em bar e faz ameaça: ‘Quem vai morrer primeiro?

Caso aconteceu em Araguaína, no norte do Tocantins. Corporação disse que uma viatura foi ao local e não conseguiu encontrar o policial.

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Um vídeo que circula pelas redes sociais flagrou o momento em que um policial militar da reserva sacou uma arma e ameaçou frequentadores de um bar na cidade de Araguaína, no norte do estado. A situação ocorreu no sábado (19), no bairro de Fátima.

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O policial enquanto empunhava um revólver e apontava o dedo em direção às pessoas, proferiu a ameaça: “Quem vai morrer primeiro?” Em seguida, ele colocou a arma de volta em sua cintura.

Vídeo:

Em outro momento das imagens, o policial gritou ordens para os demais indivíduos: “Você volta para cá”.

Conforme o relato da vítima, o policial militar aposentado teria feito comentários desrespeitosos em relação à sua esposa, desencadeando uma discussão. Posteriormente, o suspeito fez ameaças e em seguida fugiu.

A Polícia Militar afirmou que enviou uma viatura ao local, mas não conseguiu localizar o ex-policial militar da reserva. Um boletim de ocorrência por ameaça foi registrado, e o caso também será encaminhado à corregedoria da polícia para investigação.

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O que diz a Polícia Militar:

Em relação ao incidente em que supostamente um ex-policial militar da Reserva Remunerada ameaçou pessoas em um estabelecimento comercial no Setor Bairro de Fátima, em Araguaína, no último sábado, 19, o 2º Batalhão da Polícia Militar esclarece que recebeu uma denúncia sobre o ocorrido por meio do número 190. Uma equipe policial compareceu ao local e identificou a vítima, um homem de 30 anos.

Conforme o relato da vítima, o suspeito teria proferido insultos à esposa do homem, o que resultou em uma discussão entre as partes. Posteriormente, o suspeito, portando uma arma, teria ameaçado a vítima e outras pessoas presentes no local, antes de fugir.

Diante dos fatos, a ocorrência foi registrada como ameaça, e um relatório será encaminhado à Corregedoria Geral da Polícia Militar do Tocantins para a devida apuração da conduta do militar envolvido.