Quase 150 cabeças de gado furtados no TO é recuperado no MA; animais teriam sido levados por filho de fazendeiro

Suspeito se apresentou a polícia e teria confessado o crime. Os animais foram furtados de uma fazenda em Axixá do Tocantins e recuperados em Imperatriz (MA).

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A Polícia Civil encontrou no Maranhão quase 148 cabeças de gado que tinham sido furtadas de uma fazenda em Axixá do Tocantins, no norte do estado. O furto ocorreu no dia 29 de junho e os animais foram recuperados na tarde desta terça-feira (6), em uma fazenda na zona rural de Imperatriz (MA). O suspeito do crime é o próprio filho do fazendeiro dono dos animais.

Segundo a polícia, o furto começou a ser investigado depois que o proprietário dos animais compareceu a delegacia e registrou o crime. As investigações apontaram que os animais estariam na cidade de Cidelândia (MA) e um dos filhos do fazendeiro estava envolvido no crime.

O filho do fazendeiro contatou um advogado e se apresento na delegacia. A Polícia Civil afirmou que ele confessou que o gado estava em Cidelândia e afirmou que faria a devolução dos animais para o pai. Só que antes disso acontecer o gado foi levado para Imperatriz pelos outros envolvidos.

Uma operação foi feira nesta terça-feira (6) pela Polícia Civil para recuperar os animais. A ação contou com apoio do Grupo de Operações Táticas Especiais (GOTE), Unidade de Elite da Polícia Civil do Tocantins (PC-TO) e da 1ª Divisão de Combate ao Crime Organizado (1ª DEIC), de Palmas, que fizeram a escolta dos caminhões com os animais de volta para o Tocantins.

A polícia informou ainda que as investigações continuam para identificar todos os autores do crime que responderão pelo crime de abigeato, que é o furto qualificado de semoventes por mais de uma pessoa.

“A primeira parte da investigação foi concluída com sucesso, que foi restituir o bem da vítima, o gado avaliado em quase R$ 800 mil. A segunda parte daremos andamento, que são as prisões. Nós sabemos quem são as pessoas que praticaram o furto e quem são os receptadores. Todos vão responder de acordo com a lei”, disse delegado Antônio Bandeira.