Profissionais da educação de Palmas protestam durante desfile cívico, e em nota Sintet diz que greve continua

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Os trabalhadores em educação da rede municipal em Palmas realizaram uma manifestação durante o desfile cívico na tarde desta quinta-feira (7), na Avenida Teotônio Segurado, na parte norte da cidade.

De forma pacífica, a categoria utilizou diversas faixas, folhetos, camisetas e palavras de ordem para protestar contra a gestão do prefeito Carlos Amastha durante a realização do desfile. Desde a última terça-feira (5), dia em que os trabalhadores da rede municipal de educação paralisaram as atividades e atos públicos estão sendo realizados em diferentes pontos da capital.

A greve continua

Em nota divulgada nesta quinta-feira, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Tocantins, comunicou que ainda não foi notificado de nenhuma decisão judicial acerca da greve geral dos trabalhadores da rede municipal de Palmas. Segundo a representação da categoria, a greve continua e que “qualquer decisão arbitrária (a greve) será prontamente combatida por nossos advogados com os recursos judiciais cabíveis”, explicava a nota.

A decisão do Tribunal de Justiça que determinou a suspensão da greve dos trabalhadores da rede municipal de ensino de Palmas, aconteceu no início da noite desta quarta-feira (6). O juiz Zacarias Leonardo também determinou uma multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento, até o limite de R$ 150 mil. Além disso, autorizou que o ponto dos servidores seja cortado pela Prefeitura de Palmas.

Já o prefeito Carlos Amastha, que antes de entrar para a política, afirmava “não saber o que os políticos fazem”, parece que aprendeu bem a seguir a cartilha ao, de forma insistente, alegar que profissionais de educação estão colocando interesses políticos acima dos interesses da categoria, ao invés de debater sobre as reivindicações do movimento grevista.

De acordo com o Sintet, a greve está totalmente ligada aos direitos dos educadores, que desde 2015 vem sendo descumpridos pela atual gestão, o que acarretou na deflagração de greve votada na assembleia do dia 28 de agosto.

Foto: Divulgação

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