Foto de macaco bebendo energético em universidade de Goiânia viraliza na web

Estudantes comentaram que era reflexo do fim de semestre ou até alunos jubilados que se transformam nos macacos. Veterinária alerta para o risco do animal beber produtos feitos para humanos.

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A fauna da Universidade Federal de Goiás (UFG) está atraindo a atenção nas redes sociais. Desta vez, um macaco foi flagrado ingerindo uma lata de energético em Goiânia. No entanto, uma veterinária alerta para os perigos que os animais enfrentam ao consumir produtos destinados aos humanos.

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A imagem, compartilhada por uma estudante, já acumula quase 120 mil visualizações. Nos comentários, diversos seguidores fizeram piadas, sugerindo que o macaco era um estudante jubilado que se metamorfoseou em um primata e continuava frequentando o Campus Samambaia.

Um alerta foi feito pela estudante responsável pela foto, esclarecendo que não foi ela quem ofereceu a lata de energético ao macaco. “Alunos de medicina veterinária, eu não tenho nada a ver, só passei e tirei foto”, ressaltou.

Os macacos que habitam o bosque dentro do campus da UFG são conhecidos por perseguirem alunos em busca de alimentos e bebidas. Imagens compartilhadas por universitários na internet mostram esses animais consumindo cerveja e até mesmo “fumando”.

Foto: Divulgação

Contudo, a médica veterinária Luana Borboleta destaca os riscos associados ao consumo de alimentos e bebidas destinados a humanos por parte dos animais. Segundo ela, é comum encontrar animais em áreas urbanas com problemas dentários, como cáries e fraturas.

“É um alimento rico em carboidrato, açúcar, gordura, alimento processado, com conservante. Tem alimentos mais palatáveis, que podem levar os animais à obesidade, diabetes e outras doenças e fragilidade no sistema imune”, alertou Luana.

A veterinária também salientou que, embora as pessoas tentem se aproximar oferecendo alimentos, esses animais são selvagens. Além dos riscos para a saúde deles, há também a possibilidade de ataques e mordidas aos seres humanos, aumentando o risco de contrair a doença da raiva.

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*Com informações do G1