Contratações de inscritos no programa Jovem Trabalhador começam em junho

Segundo a Setas, a partir de 1º de junho eles vão ser chamados para trabalhar em órgãos públicos nos 139 municípios do estado. Ação já possui 2 mil cadastros e as inscrições ainda estão abertas.

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Com o intuito de ofertar cerca de 3 mil vagas para jovens entre 16 e 21 anos de baixa renda, o programa ‘Jovem Trabalhador’ já recebeu mais de 2 mil inscrições. A partir de 1º de junho eles vão ser chamados para contratação nos 139 municípios do estado.

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O governo autorizou as contratações desses jovens em cerimônia realizada na Praça dos Girassóis nesta terça-feira (23). Ao todo, 2.092 pessoas se inscreveram e a remuneração será de meio salário mínimo e vale transporte, nas cidades que tenham ônibus do transporte público.

Segundo Helle Seijane, gerente de planejamento e convênio Secretaria do Trabalho e Ação Social (Setas), com as contratações autorizadas, a próxima etapa do projeto é o chamamento desses jovens.

“Eles vão trabalhar preferencialmente nos órgãos públicos estaduais. No município que a gente não tiver órgãos estaduais suficientes, vamos alocar esses jovens nos órgãos municipais, em parceria com as prefeituras e secretarias de governo municipais”, explicou.

Com ainda não foram preenchidas as 3 mil vagas que vão ser disponibilizadas, as inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas pelo site do próprio programa. Para acessar clique aqui.

O contrato firmado será de até 24 meses e os jovens vão receberão uniforme, crachá, vale-transporte (quando houver necessidade), 13° salário, seguro de vida, férias e atendimento psicossocial e psicopedagógico.

A gerente explicou também que há inscrições feitas em 122 municípios, ou seja, algumas cidades ainda não tem cadastros. “A gente espera que depois da entrevista consiga alcançar os 139 municípios. Porém, os jovens tem que entrar no site, se cadastrar para a gente poder alcançar esse número”, reforçou.

Quem pode se candidatar:

  • Jovens entre 16 e 21 anos;
  • Estar cursando o ensino fundamental ou médio (ou já ter concluído o ensino médio) na rede pública ou ser bolsista 100% na rede particular.
  • Ter renda familiar de até dois salários mínimos ou meio salário mínimo per capita;
  • Família deve estar preferencialmente inscrita em Programas Sociais do Governo.