MP pede prisão de integrantes de facção criminosa que confessaram incêndio em ônibus escolar em Lajeado

Carta com duas assinaturas foi deixada na garagem municipal do município, onde o veículo foi incendiado.

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Nesta terça-feira (8), o Ministério Público do Tocantins pediu, , para que a Justiça decrete a prisão preventiva de dois suspeito de atear fogo em um ônibus escolar da prefeitura de Lajeado, região central do estado. Segundo o órgão o ataque foi feito por integrantes de uma facção criminosa, que confessaram o crime em uma carta.

O crime aconteceu dia 11 de abril deste ano. O veículo, que era usado para transportar crianças e adolescentes, estava estacionado na garagem municipal da cidade quando foi incendiado. No local foi encontrada uma carta com duas assinaturas.

Os suspeitos afirmaram que o ataque teria sido motivado por supostas agressões sofridas por detentos no presídio de Gurupi. A carta começa citando o nome da facção criminosa e termina com uma ameaça. “Fim da opressão ou continuaremos atacando”. 

Os homens não foram presos. Segundo o MP, “o fato causou apreensão à população do município e […] a prisão é medida que se faz necessária para a garantia da ordem pública”.

O requerimento será analisado pela Vara Criminal da Comarca de Miracema do Tocantins.

Sobre as supostas agressões, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informou que “desconhece a prática de violências contra custodiados nos estabelecimentos penais do Tocantins e afirma que preza pela garantia dos direitos humanos, pela segurança e pela reintegração social das pessoas em privação de liberdade”.

A pasta disse que desconhece o conteúdo da carta, a origem e os autores.

A pasta disse que desconhece o conteúdo da carta, a origem e os autores.

Por G1