Willian Torres de Oliveira, de 33 anos, e Ana Lúcia Freitas Barbosa, de 40 anos, foram presos em Tocantinópolis. Conforme a Polícia Civil, o casal é investigado deste de maio deste ano, após os agentes tomarem conhecimento de que o homem, além de estar na posse de uma arma de fogo, estaria estuprando reiteradamente sua enteada de 13 anos, com a conivência da sua companheira, mãe da vítima.
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Diante disso, no dia 28 de maio foi realizada uma busca na residência do casal onde foi localizada uma arma de fogo (uma espingarda) e ambos foram levados para a delegacia, onde segundo a polícia, os dois confessaram que realmente estava ocorrendo o crime de estupro de vulnerável, há mais de um ano.
Willian alegou que que não estava estuprando sua enteada, mas estava apenas ‘namorando’ com ela, desde quando a menina tinha 12 anos, já que eles se gostavam e que inclusive a mãe era testemunha de tal namoro.
Ao ser ouvida, Ana Lúcia, disse que tinha total conhecimento do relacionamento ‘amoroso’ de sua filha com seu companheiro e que ainda “torcia para que eles se casassem e tivessem filhos, pois Willian era um homem muito bom”. A mãe, que vive em união estável com Willian há 09 anos, contou ainda que até tinha feito um quarto na casa dela para seu companheiro e sua filha poderem namorar de forma mais tranquila.

| A mãe da menina foi presa por omissão
Durante as investigações, a polícia apurou que, diferentemente do que fora relatado por Willian e Ana Lucia, a vítima não consentia com os atos praticados pelo padrasto. Porém, a Polícia Civil ressaltou que, ainda que consentisse o crime ainda continuaria existindo em virtude da idade da vítima.
Willian foi preso no dia 28 de maio pelo crime de posse irregular de arma de fogo e permaneceu preso por conta do crime de estupro de vulnerável, enquanto Ana Lúcia foi presa nesta sexta-feira (28), em virtude de mandado de prisão solicitado pela Delegacia Especializada da Criança e do Adolescente , devido sua omissão diante dos abusos sofridos pela sua filha.
Ambos permanecerão presos à disposição do Poder Judiciário até o término das investigações, consequente, ação penal.
Fotos: Divulgação
