Homem suspeito de usar disfarces para furtar peças de picanha e bebidas em mercados é preso no sul do Tocantins

Ele teria agido em pelo menos cinco estabelecimentos de Gurupi nos últimos três meses. Durante os furtos o homem teria se disfarçado de técnico de eletricidade e telefonia.

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A Polícia Civil prendeu preventivamente um homem suspeito de cometer furtos de picanha em supermercados de Gurupi, no sul do estado. A investigação aponta que ele chegou a usar disfarces para enganar os funcionários dos estabelecimentos.

A prisão ocorreu nesta sexta-feira (1º). O homem de 36 anos estava sendo investigado pela 86ª Delegacia de Gurupi por ter praticado pelo menos cinco furtos em supermercados da cidade. Além dos pacotes de carnes nobres, ele levava também vários litros de bebidas.

“A investigações apontaram que, em algumas ocasiões, o homem ocultava os alimentos dentro de uma bolsa se disfarçando de trabalhador na área de eletricidade ou de telefonia. Em outras oportunidades, ele colocava as carnes dentro de sacolas dos estabelecimentos antes de passar pelo caixa, o que induzia os funcionários a erro, pois acreditavam que ele teria pagado pelas mercadorias”, disse o delegado Alicindo Augusto Celestino.

Todas as ações praticadas pelo investigado foram capturadas por câmeras de segurança dos estabelecimentos.

Preferência por picanha

As investigações apontaram que o suspeito escolhia sempre peças de picanha. Segundo a polícia, em uma única oportunidade durante o mês de abril ele teria subtraído em torno de 50 kg da carne.

Em junho o homem foi flagrado por funcionários de um supermercado furtando carnes, mas conseguiu fugir deixando seu carro e as mercadorias subtraídas para trás. No mesmo dia ele foi até a delegacia para tentar pegar o carro apreendido.

“Horas depois do ocorrido no supermercado, ele teve a audácia de ir até à delegacia de polícia onde seu veículo estava apreendido e com a chave reserva subtraí-lo daquele local”, disse o delegado.

O suspeito foi preso durante a manhã em cumprimento a um mandado da Justiça e levado para a central de atendimento da Polícia Civil. Depois foi mandado para a unidade penal local, onde ficará à disposição da Justiça.