Com novo reajuste, gasolina acumula alta de 10,2 apenas em cinco dias de setembro

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De acordo com a política de preços adotada pelo governo Temer para empresa no final de junho, que passou a vigorar no dia 3 de julho, reajustes podem ser aplicados a qualquer momento, até diariamente, desde que a variação acumulada no mês por produto esteja dentro da faixa de +7% ou -7%.

Na última quarta-feira (6) foi anunciada a redução de 3,8% na gasolina, mas nova alta, de 0,7% para o diesel. No entanto, para os consumidores só se verificou o aumento no valor cobrado nas bombas dos postos.

De acordo com a Divisão Econômica da Confederação Nacional do Comércio de Bens e Serviços (CNC), o repasse integral da correção nas refinarias para as bombas deve elevar a inflação em 1,1 ponto nos próximos 12 meses.

Ainda de acordo com dados, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu para 4,4%. E em caso da transferência integral dos reajustes, a inflação subiria para 5,5%.

Já o impacto da alta dos combustíveis nos transportes foi observado no último resultado do IPCA, após o governo federal aumentar a alíquota de PIS/Cofins, em julho. Em agosto, a inflação dessa categoria de despesas subiu 6,67% em relação ao mês anterior. Foi a maior alta desde fevereiro de 2015, quando os custos com o grupo avançaram 7,95%.

Fotos: Marcos Santos/Fotos Públicas

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