Acusados de invadir residência e atirar no prefeito de Tocantínia são denunciados pelo MPE

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Daynan Ribeiro Silveira e Matheus Carvalho da Silva, vulgo “branquinho”, foram denunciados pelo Ministério Público Estadual (MPE) nesta segunda-feira, 19, em Tocantínia. Eles são acusados de invadir casa a casa do prefeito de Tocantínia, Manoel Silvino Gomes Neto e fazer de reféns seu familiares e amigos. a Neto. Durante o roubo, o gestor e seu motorista, João Mascarenhas Barros, foram baleados.

A Promotoria de Justiça pede a condenação dos dois suspeitos por roubo majorado, tentativa de latrocínio e receptação. A denúncia cita que os que os dois jovens são integrantes da Facção denominada PCC.

Os suspeitos foram presos por uma força-tarefa formada pelas polícias militar e civil e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPE, em conjunto com as , e se encontram recolhidos na Cadeia Pública de Miracema.

Matheus confessou a prática dos crimes e afirmou ser o autor dos disparos de arma de fogo que atingiram Manoel Silvino e João Mascarenhas, enquanto Daynan confessou ter participado da ação mas afirma que sua participação fora somente a de vigiar o imóvel, para que seus comparsas agissem com toda tranquilidade. Um terceiro participante do crime ainda está foragido.

Entenda o Caso
Segundo testemunhas, o prefeito estava em casa com parentes e amigos se preparando para comemorar o aniversário, quando pediu que o motorista o levasse até uma padaria. Os criminosos se aproveitaram do momento para entrar na casa e render quem estava no local, inclusive os três filhos do político, todos menores de idade. Três homens participaram da ação, dois entraram e um ficou do lado de fora da casa.

Testemunhas contaram ainda que os homens agrediram a mulher do prefeito e outras pessoas. Quando Manuel Silvino e o motorista retornaram, perceberam o assalto. Ele e o motorista foram baleados, após o prefeito reagir e tentar tomar a arma de um dos assaltantes.

O gestor foi encaminhado para o Hospital Geral de Palmas (HGP) e passou por cirurgia para a retirada da bala alojada na barriga. Recebeu alta no último dia 12, após ficar 8 dias internado. O motorista João Mascarenhas, que também foi baleado, foi internado no Hospital Regional de Miracema e não precisou passar por cirurgia, recebendo alta no dia 5.

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